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Frente Parlamentar de Tecnologia e Inovação é criada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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A Frente Parlamentar de Tecnologia e Inovação (FPTI) foi criada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), conforme publicado no Diário Oficial da Casa de Leis, de quinta-feira (17). O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD), autor da proposta, será o coordenador-geral da Frente que terá como membros os parlamentares Beto Dois a Um (União), Diego Guimarães (Republicanos), Elizeu Nascimento (PL), Fábio Tardin (PSB) e Júlio Campos (União).

A proposta é promover, junto com representantes da sociedade civil, de órgãos públicos e afins, o aprimoramento da legislação e de políticas públicas para Mato Grosso. A Frente propõe gerar um amplo debate público, sugerir e definir leis, regulamentações e políticas capazes de impulsionar a transformação positiva da realidade socioeconômica mato-grossense.

“Ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo são temas que impactam a vida dos cidadãos. Por isso, é fundamental o envolvimento de todas as entidades e instituições interessadas, inclusive no que diz respeito às questões orçamentárias. A FPTI tem como objetivo fortalecer a capacidade de resposta às transformações e desafios enfrentados pelo nosso estado”, comenta Guarnieri.

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A Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo são temas que podem fazer com que Mato Grosso seja uma referência brasileira. Inclusive, o Estado é o primeiro do país a ter um pacto pela inovação e uma governança. O Pacto Estadual pela Inovação é um documento assinado por instituições, para reunir esforços e potencializar as ações do governo de Mato Grosso e ecossistema inovador. Já a criação da Governança Estadual se regulamenta como deve ser apoiado o Pacto.

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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