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Bope e Polícia Federal prendem foragido da Justiça no Aeroporto de Cuiabá

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Trabalho conjunto entre o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar e Polícia Federal resultou na prisão de um homem foragido da Justiça, de 36 anos, na madrugada desta quarta-feira (16.4), em Várzea Grande. O suspeito foi detido ao desembarcar de uma viagem.

De acordo com as informações da ocorrência, as equipes militares e federais receberam informações de que um homem, procurado pela Justiça pelo crime de tráfico de drogas, estava desembarcando no Aeroporto Marechal Rondon, após retornar de uma viagem particular ao Rio de Janeiro.

Os policiais se deslocaram ao aeroporto e conseguiram deter o homem, no momento de sua chegada. Em verificação aos documentos, foi confirmado o mandado de prisão em aberto, expedido pela Segunda Vara Criminal de Cuiabá.

Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Polinter para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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