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TCE-MT, TCU, IRB e Atricon firmam parceria para diagnóstico nacional da saúde digital

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Vice-presidente do TCE-MT, conselheiro Guilherme Maluf, presidente do TCU, Vital do Rêgo, e vice-presidente do IBR, Sebastião Helvecio. Clique aqui para ampliar.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Instituto Rui Barbosa (IRB) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) firmaram uma parceria estratégica para a realização de estudo sobre a saúde digital no Brasil. O diagnóstico servirá de base para uma auditoria nacional, prevista para 2026, sob coordenação do TCU.

O acordo foi oficializado em reunião nesta terça-feira (15), em Brasília, entre o conselheiro Guilherme Antonio Maluf, vice-presidente do TCE-MT e presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho, e o vice-presidente do IRB, conselheiro Sebastião Helvecio.

Segundo Maluf, a iniciativa tem potencial para promover avanços significativos na saúde pública brasileira. “Esse estudo trará muitos benefícios para o país, com foco em ações de baixo custo, intercâmbio de informações e a integração entre União, estados e municípios”, destacou.

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A saúde digital também será o tema central do 1º Fórum de Saúde Digital de Mato Grosso – Desafios e Oportunidades na Saúde Pública, que será promovido pelo TCE-MT nos dias 30 de junho e 1º de julho. O evento será realizado no Auditório “Lenine de Campos Póvoas”, da Escola Superior de Contas, e contará com a presença da secretária nacional de Política de Saúde Digital, Ana Estela Haddad.

O Fórum reunirá especialistas, gestores públicos e representantes de órgãos de controle para discutir estratégias de inovação tecnológica e melhoria na prestação de serviços de saúde por meio da transformação digital.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br

Fonte: TCE MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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