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Ação integrada apreende 51 tabletes de supermaconha avaliada em aproximadamente R$ 150 mil

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Uma ação integrada entre policiais militares do 8º Batalhão de Alta Floresta, Grupo Especial de Fronteira, Força Tática Aérea Brasileira e Polícia Federal apreendeu, na madrugada desta segunda-feira (14.4), 51 tabletes skunk (supermaconha), em uma área de mata próxima a margem do rio São Manoel, divisa entre os Estados de Mato Grosso e Pará.

A carga gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 150 mil às facções criminosas.

Uma aeronave passou a ser acompanhada pela FAB e pela Polícia Federal, quando constatado que não possuía plano de voo. Durante procedimento de interceptação, o piloto da aeronave realizou um pouso forçado em uma área rural na Terra Indígena Munduruku, no Estado do Pará.

Devido a queda, os suspeitos, de 30 e 32 anos, ambos bolivianos, apresentavam lesões pelo corpo e foram socorridos por uma equipe do Corpo de Bombeiros até o Hospital Municipal de Alta Floresta.

A droga apreendida foi encaminhada à sede da Polícia Federal para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

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A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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