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Polícia Civil prende investigados por violência física e patrimonial contra mulheres

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Dois autores de violência doméstica praticada contra suas ex-companheiras tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (10.4), em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

Além das agressões físicas e psicológicas, os investigados também atuavam com violência patrimonial contra a mulher, não pagando pensão alimentícia aos filhos, deixando as ex-companheiras em situação de vulnerabilidade.

Os suspeitos, que respondem a inquéritos policiais na Delegacia da Mulher, estavam com mandados de prisão civil, decretados pela Justiça, em razão de não pagamento de pensão alimentícia. Diante das ordens judiciais abertas, os policiais da DEDM Cuiabá realizaram diligências dando cumprimento aos mandados contra os investigados.

A delegada titular da DEDM de Cuiabá, Judá Marcondes, destaca que a prisão por ausência de pagamento de pensão alimentícia visa evitar a violência patrimonial.

“Em muitos casos, o agressor deixa de pagar pensão aos filhos propositalmente para atingir o psicólogo da mulher e deixá-la mais vulnerável ainda emocional e financeiramente. A Polícia Civil está atenta para coibir tais condutas”, destacou a delegada.

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Após terem os mandados cumpridos, os presos foram conduzidos à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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