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Polícia Civil prende vigilante por porte ilegal de arma de fogo

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Um vigilante foi conduzido até a delegacia de Peixoto de Azevedo por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. A detenção ocorreu, por volta das 17 horas de quarta-feira (09.4), no bairro Centro Antigo.

O vigilante foi visto com a arma (uma pistola) na cintura, por uma equipe policial, que realizava diligências na região.

De acordo com os policiais, o homem agiu com intuito de intimidar. Como os policiais estavam em uma viatura descaracterizada, ele teria estranhado o veículo parado em frente a sua residência.

Diante da ação do vigilante, os policiais voltaram à delegacia, pegaram outra viatura caracterizada e, devidamente equipados, realizaram a abordagem ao homem, que ainda estava com a arma na cintura.

Além da arma, os policiais apreenderam com o homem três carregadores e 36 munições de calibre .380. Em seguida, foi feita a condução dele até a delegacia para a confecção do boletim de ocorrência e demais procedimentos legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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