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Polícia Civil prende condenado por estupro e aborto com consentimento da gestante

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Um homem condenado a mais de 10 anos de reclusão pelos crimes de estupro e aborto com consentimento da gestante, e procurado pela Justiça, foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (07.4), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

Com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da comarca local, o foragido, de 45 anos, foi preso pela Delegacia Especializada em Defesa da Mulher de Rondonópolis, em ação inserida na operação nacional Caminhos Seguros 2025.

Conforme apurado pela Polícia Civil, os crimes ocorreram no ano de 2010, quando o homem, na época com 30 anos, e a vítima, de 13 anos, mantiveram um relacionamento amoroso.

A menor trabalhava no comércio da família do suspeito, e ao saber que a adolescente havia engravidado comprou um medicamento e convenceu ela a interromper a gestação.

Na ocasião, o pai da vítima descobriu o aborto e registrou a ocorrência. Os crimes foram apurados e o suspeito indiciado por estupro e aborto com consentimento da gestante. No decorrer do processo criminal o réu foi condenado a 10 anos e 4 meses de reclusão.

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Em cumprimento ao mandado de prisão, o preso foi conduzido para 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis para as providências cabíveis e posteriormente colocado â disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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