POLÍCIA
Investigação da Polícia Civil sobre homicídio resulta em condenação a mais de 18 anos de prisão
POLÍCIA
Uma investigação realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), resultou na condenação de um homem a 18 anos e 8 meses de prisão.
Rodrigo Nivaldo Domingos foi condenado, em regime fechado, pelo assassinato de Yasmin Wanderleia Miranda Santos, de 18 anos de idade. O crime ocorreu em uma trilha no Morro da Luz, no Centro de Cuiabá, em agosto de 2022.
O réu possui diversas passagens criminais anteriores por tráfico de drogas, roubo e inúmeros crimes patrimoniais. Ele foi submetido ao Tribunal do Júri na última quarta-feira (2.4).
A vítima, que era dependente química e vivia em situação de rua na região do Morro da Luz, Beco do Candeeiro e Ilha da Banana, foi morta por retaliação.
Conforme investigação da DHPP, a jovem atuava como “cabriteira” de drogas, termo usado no meio criminoso para descrever quem desrespeita as regras do tráfico.
A condenação do réu demonstra a importância do trabalho policial investigativo realizado pela Polícia Civil no combate à criminalidade.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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