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Ouvidoria da Polícia Civil de MT é premiada com Selo de Ouvidoria e Transparência 2024

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A Ouvidoria Especializada da Polícia Civil foi agraciada com o Selo de Ouvidoria e Transparência 2024, categoria prata. A premiação foi concedia pelo mérito de desempenho em critérios relacionados à transparência ativa e passiva e à atuação das ouvidorias.

O reconhecimento “Selo de Ouvidoria e Transparência 2024” foi entregue durante cerimônia realizada na quarta-feira (02.4), no 2º Encontro de Ouvidoria e Transparência, bem como faz parte das ações do Programa Integridade Pública do Estado.

A iniciativa é do Governo de Mato Grosso, por meio da Controladoria Geral do Estado (CGE). Ao todo 25 órgãos e entidades do Executivo estadual foram destaque pela transparência, participação social e qualidade dos serviços públicos prestados.

A análise que determinou a premiação considerou 68 itens que avaliaram diferentes aspectos da transparência pública, como acessibilidade de informações, transparência na folha de pagamento e gestão fiscal, funcionamento do serviço de informação ao cidadão, disponibilização de dados institucionais prioritários e outros, os quais, são embasados em legislações vigentes e boas práticas nacionais, incluindo o modelo de Maturidade em Ouvidoria Pública, o Programa Nacional de Transparência Pública e a Avaliação da Transparência Internacional.

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Conforme o ouvidor da Polícia Civil, delegado Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, os órgãos públicos foram avaliados e premiados nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante. “De forma inédita a Ouvidoria Especializada de Polícia Civil recebeu a congratulação na categoria Prata, que reflete no compromisso da instituição com a transparência e eficiência diante da gestão pública”, destacou o ouvidor Fernando Vasco.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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