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Marcos Rogério diz que condenações do 8 de janeiro desrespeitam garantias legais

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O senador Marcos Rogério (PL-RO) criticou, em pronunciamento nesta terça-feira (1), as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Segundo ele, condenações como a da cabeleireira Débora Rodrigues — sentenciada a 14 anos por ter pichado a estátua da Justiça com batom — revelam uma distorção do papel do Judiciário. O parlamentar afirmou que penas excessivas demonstram que a Corte ignora princípios básicos da Constituição, como a presunção de inocência, o direito à ampla defesa e a individualização das condutas.

— Centenas de brasileiros, trabalhadores, pais, mães de família foram condenados em bloco, sem individualização de conduta, sem julgamento justo, sem a serenidade, sem a cautela, sem o cuidado que se espera de um órgão julgador e, sobretudo, da Suprema Corte do país. Enquanto isso, corruptos de colarinho branco têm penas anuladas por detalhes processuais. Traficantes de drogas, megatraficantes ganham saidões, estupradores conseguem progressão de regime. Mas a mulher que escreveu com batom na estátua da Justiça, essa foi exemplo a ser feito — declarou.

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O senador também questionou a denúncia apresentada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, baseada em uma minuta de decreto que, segundo ele, nunca foi assinada nem teve validade. Para Marcos Rogério, trata-se de uma tentativa de punição política, não de aplicação justa da lei.

— Uma denúncia sem base concreta, construída em cima de ilações e com evidente motivação política. O julgamento é político! Não se trata de um julgamento com base em provas, em evidências. Estão denunciando Bolsonaro não por atos criminosos, mas por representar uma visão de Brasil que não se curva à vontade da velha política, do globalismo e dos interesses escusos que parasitam o Estado brasileiro — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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