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Polícia Civil prende foragida da Justiça em Peixoto de Azevedo após internação em hospital

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (31.3), uma mulher de 25 anos, foragida da Justiça, em Peixoto de Azevedo (a 670 km de Cuiabá). A suspeita foi localizada depois de ser internada no hospital do município para tratar tuberculose.

A foragida havia sido presa no início de 2022, suspeita de participar de um homicídio com ocultação de cadáver, em Sinop (a 500 km de Cuiabá).

Ela teve sua prisão convertida em domiciliar, com monitoramento eletrônico. Porém, a última atualização de sua tornozeleira foi do dia 31 de agosto de 2022. Diante disso, ela teve a prisão preventiva decretada.

O mandado de prisão foi expedido em novembro de 2022 e, desde então, a suspeita estava foragida. Ela se mudou de cidade e iniciou uma nova vida em Peixoto de Azevedo.

“Ela estava foragida, mas estava vivendo normal, como se nada tivesse acontecido”, disse a delegada de Peixoto de Azevedo, Layssa Crisostomo.

Em março, a suspeita ficou doente e precisou procurar um hospital para tratar uma tuberculose. Na unidade, ela deu seu nome normalmente, ficou internada por alguns dias, recebeu tratamento e foi liberada para continuar o tratamento em casa.

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“Quando a gente tomou ciência de que a mulher estava no hospital e viu que ela tinha mandado de prisão, nós fomos atrás e cumprimos a ordem. Fomos ao hospital para buscar mais informações quanto à doença, para saber se ainda tem risco de contágio, e o médico falou que tem sim, que ela não estava cumprindo com o tratamento correto, então o risco de contágio ainda é muito alto”, contou a delegada Layssa Crisostomo.

A suspeita está isolada na Delegacia de Peixoto de Azevedo, e à disposição da Justiça, enquanto aguarda vaga no Sistema Penitenciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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