MATO GROSSO
MT Hemocentro divulga calendário de ações de coleta de sangue para mês de abril
MATO GROSSO
O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, divulga o calendário de ações para o mês de abril. Serão realizadas coletas internas e externas, para atender doadores que não podem comparecer à sede da unidade. Para aqueles que não podem realizar doações nos dias úteis, a unidade realizará uma coleta no terceiro sábado do mês (19.4).
As bolsas de sangue dos tipos sanguíneos O- estão em estado de atenção, devido à alta nos casos de arboviroses (dengue, zika, chikungunya e Covid-19), que impedem os doadores de realizar as doações no período de 60 dias.
Além das coletas itinerantes, o MT Hemocentro realiza coleta de sangue regular de segunda a sexta-feira das 7h30 às 18h, na sede da unidade, localizada na rua 13 de junho, em Cuiabá, para manter os estoques abastecidos.
A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, convida todos a comparecer na sede da unidade e também nas coletas itinerantes. “Doações de todos os tipos sanguíneos são essenciais para mantermos o estoque estável, mas atualmente estamos precisando de doações do tipo O-. Se você apresentou sintomas de arboviroses e já tem mais 60 dias desde os primeiros sintomas, já está apto para a doação”, destacou.
Para ser doador de sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos e 11 meses, pesar mais de 50 quilos, estar em bom estado de saúde e ter uma alimentação saudável. Quem quiser doar sangue deve comparecer à unidade portando um documento oficial com foto. Para menores de 18 anos, é obrigatório apresentar um documento assinado pelo pai, mãe ou responsável legal.
De acordo com o Ministério da Saúde, homens podem fazer até quatro doações por ano, com intervalo de dois meses entre cada uma. Já as mulheres podem doar sangue três vezes ao ano, com intervalo de três meses entre cada doação. As doações são seguras e levam cerca de 60 minutos para serem realizadas. Não é recomendado doar sangue em jejum, realize alimentação leve e equilibrada antes de doar.
Confira as datas e os locais de coleta no mês de abril:
Coletas em Cuiabá
• 44º Batalhão: 01/04 a 03/04 – coleta itinerante
• Hospital São Benedito: 03/04 e 04/04 – coleta externa
• Família Borralho: 09/04 e 10/04 – coleta interna
• Bom Futuro: 09/04, 10/04 e 14/04– coleta itinerante
• Igreja Adventista do bairro Araés – Projeto Vidas por Vidas: 12/04 – coleta externa
• UFMT – Instituto de Saúde Coletiva: 15/04 a 17/04 – coleta externa
• Coleta na sede do MT Hemocentro: 19/04 (sábado), das 7h30 às 12h
• Assembleia Legislativa: 22/04 a 25/04 – coleta itinerante
Coleta em Chapada dos Guimarães
• Chapada dos Guimarães: 23/04 a 25/04 – coleta itinerante
Serviço
A sede do MT Hemocentro está localizada na rua 13 de Junho, 1.055, em Cuiabá. Para realizar o agendamento da doação de sangue, basta acessar este link. O voluntário também pode agendar a doação pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, somente mensagem) ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.
O banco de sangue funciona regularmente de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e fornece o atestado de doação. Para quem compareceu e, por algum motivo, não pode doar, a unidade fornece comprovante de comparecimento para justificar a falta no trabalho.
*Sob a supervisão de Ana Lazarini
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.
O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.
“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.
O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.
Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.
Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.
No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.
Na prática, isso significa que a Câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.
O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.
“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.
A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.
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