MATO GROSSO
Sesp realiza curso de Inteligência em Segurança Orgânica para forças de segurança de 4 Estados
MATO GROSSO
Mais de 30 policiais do setor de inteligência das forças de Mato Grosso, de mais quatro Estados e federais participam nesta semana da 38ª edição do curso de Segurança Orgânica, realizado pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O curso começou nesta segunda-feira (31.3) e segue até sábado (05.4), e faz parte do faz parte do calendário dos Cursos Presenciais de Inteligência em Segurança Pública desenvolvidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
Para o secretário adjunto de Inteligência (SAI), delegado Valter Furtado, o curso é a oportunidade de ampliar os conhecimentos nas diferentes áreas de atuação da inteligência, aprimorando o enfrentamento às ações criminosas em Mato Grosso.
“É uma oportunidade de ampliar nossos conhecimentos na área de atuação trazendo novos conceitos ações de Inteligência para serem desenvolvidos pela Sesp, no enfrentamento às facções criminosas, que é um dos focos da nossa gestão”, destacou.
Ao todo 40 policiais estão sendo capacitados durante o curso, sendo 33 agentes das forças de segurança em Mato Grosso, dentre elas Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de policiais dos Estados de Mato Grosso do Sul (2), Goiás (2), Distrito Federal (1) e Paraná (2).
Também estão participando do treinamento agentes dos setores de Inteligência da Secretaria de Segurança (Sesp), Casa Civil, e Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Tribunal de Justiça e Ministério Público.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.
Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.
Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.
“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.
O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.
Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.
Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.
Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.
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