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Polícia Civil prende homem por ameaça e porte ilegal de arma de fogo em Alto Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Garças (365 km de Cuiabá), prendeu, nesse domingo (30.3), um homem, de 43 anos, por ameaça à própria esposa e à outra família e porte ilegal de arma de fogo.

A ação teve início após o suspeito ameaçar a esposa na fazenda em que trabalha. Com medo, a vítima fugiu com os filhos para a casa de outros moradores da propriedade.

Diante disso, o gerente da fazenda acionou a Polícia Militar e informou sobre o crime, denunciando também que o funcionário tinha uma espingarda calibre 22 e, supostamente, estava embriagado.

O homem ainda ameaçou outra família utilizando uma faca e, depois, desapareceu. A PM registrou um boletim de ocorrência e encaminhou o caso à Polícia Civil.

Com a denúncia recebida, a Polícia Civil deu início às investigações e encontrou o suspeito no hospital de Alto Garças. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia, onde foi ouvido e autuado em flagrante por ameaça e porte ilegal de arma de fogo.

A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar todos os detalhes e tomar as providências necessárias conforme a legislação vigente.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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