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Polícia Civil faz a remoção de pichações criminosas em Rondonópolis

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A Polícia Civil realizou, nesta sexta-feira (28.3), a remoção de pichações feitas por facções criminosas na cidade. A intervenção faz parte da segunda etapa da Operação Inter Partes, iniciada em 2025, que visa combater facções criminosas no Estado.

A ação ocorreu por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (220 km de Cuiabá), com apoio da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) e do Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp).

As pichações, que continham siglas e mensagens de facções criminosos, estavam espalhadas por diversos pontos do município. A remoção dessas marcas visa resgatar o espaço público e reafirmar o compromisso das forças de segurança com a ordem e tranquilidade da população.

A iniciativa está alinhada ao Programa Tolerância Zero, lançado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, que tem como objetivo reforçar o combate às fações criminosas e fortalecer as ações de segurança.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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