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Governo apoia realização da primeira feira da indústria de Mato Grosso

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A Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) lançou na noite de quinta-feira (27.3) a Expoind Mato Grosso – Feira de Negócios da Indústria. O evento, que marca os 50 anos da indústria no Estado, conta com o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

A feira multissetorial reunirá empresários, fornecedores nacionais e internacionais, compradores e lideranças para promover inovação e ampliar a competitividade da indústria local.

A Expoind será realizada de 4 a 6 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. A programação inclui rodadas de negócios, exposição de soluções inovadoras, painéis setoriais, palestras magnas, espaço para startups e um encontro internacional de negócios. A proposta é conectar fornecedores nacionais e estrangeiros às demandas da indústria mato-grossense, fortalecendo polos produtivos e impulsionando o desenvolvimento econômico regional.

Em parceria com a Apex-Brasil, o Encontro Internacional de Negócios contará com a presença de cinco câmaras de comércio estrangeiras, que terão estandes próprios para dialogar com empresários locais, apresentar oportunidades de investimento e abrir caminhos para novos mercados.

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As rodadas de negócios terão a participação de 10 indústrias compradoras e 50 fornecedoras, com reuniões presenciais de 20 minutos em cabines individuais. A participação será aberta a empresas não expositoras, mediante inscrição, ampliando o alcance comercial da feira além dos estandes.

“Estamos em um novo ciclo de desenvolvimento, e a indústria passa a ser a força de Mato Grosso porque estamos cada vez mais agregando valor. Contamos com mais de 16 mil indústrias no estado, 190 mil funcionários, é um momento importante para fazermos a primeira feira da indústria. A gente sempre tem feira do agro, e acho importante mostrar realmente a força da indústria de Mato Grosso”, afirmou o presidente da Fiemt, Sílvio Rangel.

O secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Estratégicos da Sedec, Anderson Lombardi, destacou os avanços do setor e o papel do Estado no fortalecimento da cadeia produtiva.

“Hoje temos 37 sindicatos industriais representando os mais diversos setores em todas as regiões do estado. Mato Grosso teve um crescimento de 39% no número de indústrias, 19% no número de empregados e esse avanço ajudou a triplicar o PIB de Mato Grosso. Isso se reflete na arrecadação e nos investimentos do Estado. Em 2019, tínhamos 6.500 quilômetros de asfalto. De 2019 para cá já fizemos outros 6.500 quilômetros construídos, fruto direto da arrecadação que a indústria ajuda a colocar no caixa do Estado”, disse.

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Lombardi ressaltou ainda o ineditismo da feira e o compromisso do governo com sua realização.

“Participamos todos os anos de feiras do agro, do comércio, do turismo, mas nunca houve a ousadia de fazer uma feira da indústria. Agora é a hora. A Expoind é a primeira e, com certeza, será a primeira de muitas. O Governo do Estado é parceiro dessa iniciativa e estará presente em todas as edições que vierem pela frente”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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