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Polícia Civil deflagra Operação O2 em Guiratinga contra o tráfico de drogas

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Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Civil de Guiratinga deflagrou a “Operação O2”, como parte da ação estadual “Inter Parts”, que tem o objetivo de reprimir o tráfico de drogas e o crime organizado em todo o estado. A operação integra o Programa Tolerância Zero do Governo do Estado e resultou no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão.

A ação contou com o apoio da Polícia Federal, incluindo o uso de cães farejadores para auxiliar na localização de substâncias ilícitas e outros materiais suspeitos.

Durante as buscas, foram apreendidos cartões bancários em nome de terceiros. Segundo as investigações, é comum que usuários de drogas deixem seus cartões com traficantes como forma de pagamento de dívidas relacionadas ao tráfico. Além disso, foi localizada uma sacola plástica com recortes circulares, geralmente utilizada para embalar drogas.

Os agentes também apreenderam anotações manuscritas que podem ser relevantes para a investigação, bem como aparelhos celulares pertencentes aos suspeitos.

A Polícia Civil segue com as investigações para aprofundar as informações obtidas e identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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