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PRF apreende R$ 940 mil em fundo falso de veículo em Cuiabá-MT

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Nesta sexta-feira (14), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu R$ 940 mil em dinheiro escondidos em um fundo falso de um veículo Hyundai/Creta, na BR-070, km 504, em Cuiabá-MT.

A ação ocorreu durante fiscalização, quando a equipe do Grupo de Motociclismo Policial da PRF (GMP/PRF) abordou o veículo após análise de risco.

Durante a busca no veículo, os policiais encontraram um fundo falso no assoalho, onde estavam escondidos 20 pacotes de dinheiro em espécie, totalizando R$ 940 mil.

O condutor não apresentou nenhuma comprovação lícita e informou que o dinheiro não estava totalmente declarado à Receita Federal. 

Diante dos fatos, o condutor foi preso em flagrante pelos crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O veículo e o dinheiro foram apreendidos e encaminhados à Polícia Federal para os procedimentos cabíveis.

A PRF intensifica a fiscalização nas rodovias federais para combater crimes financeiros e a lavagem de dinheiro. Denuncie atividades suspeitas pelo telefone 191.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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