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Polícia Civil prende indígena por abandono de incapaz de filha em Rondonópolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher de Rondonópolis (220 km de Cuiabá), prendeu nessa quinta-feira (13.3), um homem indígena, de 32 anos, pelo crime de abandono de incapaz, em Rondonópolis. O suspeito foi localizado na Aldeia Tadarimana.

O abandono ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2024. A polícia recebeu uma denúncia anônima pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), que relatava a presença de uma pessoa caída no chão, no bairro Jardim Progresso.

Ao chegar no local, a Polícia Militar encontrou um indígena em estado de embriaguez, dormindo próximo a um carrinho de bebê, onde estava sua filha, de quatro meses de vida.

Questionado pelos policiais, o suspeito não soube informar o paradeiro da mãe da bebê, tampouco deu detalhes sobre o abandono. Ele foi preso, mas solto dias depois por alvará judicial.

A Polícia Civil investigou o caso e requereu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito, que foi expedido pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Rondonópolis e cumprido nessa quinta-feira (13.3).

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O indígena responderá pelo crime de abandono de incapaz, previsto no Código Penal Brasileiro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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