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Polícia Civil deflagra operação para localizar foragidos da Justiça em Tangará da Serra

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A Polícia Civil deflagrou, na tarde desta quinta-feira (13.3), a Operação Redoma para localizar foragidos da Justiça em Tangará da Serra (a 250 km de Cuiabá).

A operação, que é realizada por meio da Delegacia Regional de Tangará da Serra, é parte de uma força-tarefa para cumprir mandados de prisão na região.

Nesta quinta-feira, dois homens com mandados de prisão em aberto foram presos, ambos em regressão de pena. Um está condenado por homicídio, e outro por violência doméstica.

Durante a operação, equipes especializadas realizaram diligências em vários bairros do município. A Operação Redoma faz parte de uma estratégia contínua da Polícia Civil para fortalecer a justiça e a ordem pública.

“O nome da Operação Redoma sugere o cerco completo aos alvos com mandados de prisão em aberto e demonstra o nosso compromisso em proteger a sociedade e garantir que a lei seja cumprida. Seguimos firmes no combate ao crime”, destacou a delegada Regional, Alessandrah Marquez Alecrim.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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