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Polícia Civil deflagra operação contra grupo criminoso que extorquia comerciantes

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A Polícia Civil deflagrou, na tarde desta quinta-feira (13.3), a Operação Non Extorques, contra um grupo criminoso que extorquia comerciantes de Alto Taquari (a 485 km de Cuiabá).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma residência no bairro Morada da Praia. O local já era monitorado devido à suspeita de envolvimento dos moradores da casa com um grupo criminoso dedicado à extorsão de comerciantes da cidade.

Durante a operação, foi constatado que a moradora do imóvel, alvo do mandado de busca, já cumpria prisão domiciliar por tráfico de drogas e participação em organização criminosa.

No momento da abordagem, ela foi presa em flagrante, já que os agentes encontraram uma porção de maconha, quatro aparelhos celulares e R$ 401,35 em espécie.

Além da prisão, houve a tentativa de cumprimento de mandado de outro suspeito, integrante do mesmo grupo criminoso, que não foi localizado até o momento. A mulher já havia sido alvo de outra operação policial em 2023, denominada “Parabellum”.

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A ação integra a operação estadual Inter Partes, que busca a repressão ao tráfico de drogas e às facções criminosas em todo o Estado e faz parte do Programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e prender outros envolvidos no esquema criminoso de extorsão a comerciantes.

A população pode colaborar com o trabalho da Polícia Civil por meio de denúncias anônimas e pelo Disque Extorsão, um novo canal exclusivo para denunciar extorsões praticadas por facções criminosas, lançado na última terça-feira (11.3), pelo governador Mauro Mendes, que garante sigilo absoluto aos cidadãos.

O “Disque Extorsão Contra Facções Criminosas” está disponível através do número 181 e no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) – clique aqui para acessar.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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