POLÍCIA
PRF apreende skunk e pasta base de cocaína em ônibus na BR-364 em Cuiabá-MT
POLÍCIA
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu skunk e pasta base de cocaína em três ocorrências distintas durante fiscalização d em ônibus de passageiros na BR-364, km 387, em Cuiabá-MT.
Na primeira apreensão, no período da tarde, foram encontrados 20 tabletes de skunk na bagagem de uma passageira. A mulher confessou que transportava a droga de Pontes e Lacerda para Belo Horizonte-MG.
Na segunda apreensão, no período da tarde/noite, 20 invólucros de pasta base de cocaína foram encontrados em fundos falsos de duas malas de uma passageira. A mulher informou que transportava a droga de Cacoal-RO para Goiânia-GO.
Na terceira apreensão, no período da tarde/noite, oito tabletes de skunk foram encontrados na bagagem de um passageiro. O homem confessou que transportava a droga de Porto Velho-RO para Petrolina-PE.
Em todas as ocorrências, os passageiros foram presos em flagrante por tráfico de drogas e encaminhados à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
A PRF intensifica a fiscalização em ônibus de passageiros para combater o tráfico de drogas nas rodovias federais. Denuncie atividades suspeitas pelo telefone 191.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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