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Polícia Civil prende suspeito de tráfico em Pedra Preta

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Um homem conhecido como “Gardenal” foi preso pela Polícia Civil na cidade de Pedra Preta. A prisão, realizada nesta quarta-feira (5.3), é resultado das ações de combate ao tráfico de drogas realizadas pela Polícia na região.

Além do crime de tráfico de drogas, o suspeito também é investigado pela prática de extorsão de comerciantes a serviço de organização criminosa.

No ato da prisão, ocorrido na residência do suspeito, os policiais encontraram 70 pinos usados para acondicionar entorpecente análogo à cocaína, uma porção de substância análoga à maconha, anotações referentes ao tráfico de drogas na região, balança de precisão, um simulacro de arma de fogo, elásticos para acondicionar dinheiro, um comprovante de depósito no valor de mais de R$ 4 mil reais, além de R$1102,00 reais em espécie, bem como cerca R$ 300 reais em moedas de diversos valores.

Outro suspeito acabou sendo conduzido pelo crime de desobediência.

A ação contou ainda com o apoio da Polícia Militar de Pedra Preta.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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