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Pai procurado por estupro de vulnerável no Pará é preso em MT

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Um homem foragido do Pará pelo crime de estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta sábado (1º.3), na zona rural do município de Ribeirão Cascalheira.

O procurado, de 51 anos, estava com o mandado de prisão expedido pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Castanhal (PA). Ele é suspeito de estuprar reiteradamente a sua filha desde os 9 anos de idade.

De acordo com a Polícia Civil do Pará, a vítima chegou a engravidar do próprio pai quando estava com 13 anos, mas o criminoso a agrediu com um golpe na barriga para provocar o aborto.

Os policiais civis do Pará, em conjunto com a equipe de Mato Grosso, conseguiram identificar o paradeiro do suspeito, que estava trabalhando em uma propriedade rural em Ribeirão Cascalheira.

Com base nas informações, o homem foi abordado e preso em cumprimento de mandado judicial. Ele foi conduzido até a Delegacia de Polícia para as providências cabíveis e em seguida colocado à disposição do Poder Judiciário.

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A ação contou com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Vila Rica, Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, Delegacia de Castanhal do Pará e Núcleo de Inteligência Policial da Polícia Civil do Pará.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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