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Senado é finalista no Prêmio Conexão Inova 2025

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Finalista no Prêmio Conexão Inova 2025, o Senado Federal concorre com a Oficina de Gestão Pública Sustentável: metodologia de elaboração de Plano de Logística Sustentável (PLS) na categoria Sustentabilidade Ambiental, Responsabilidade Social e Governança – ASG, que integra o reconhecimento ao lado de outras categorias voltadas para regulação, serviços públicos, gestão, comunicação, integridade e inovação. 

A premiação será realizada durante o evento Convergência: inovação pública, conexão humana, de 2 a 4 de junho de 2025, em Belo Horizonte. Foram selecionadas cinco iniciativas por categoria, e o Senado concorre com iniciativas do Tribunal de Contas da União (TCU), do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, do Instituto Fiocruz e da Prefeitura de Itanhaém (SP). Foram inscritas 768 propostas. 

Sobre a oficina

A ação do Senado capacita agentes públicos e parlamentares para a organização, a implementação e o monitoramento de iniciativas sustentáveis e para a interiorização da Agenda 2030 da ONU. A ação prevê a elaboração de normativos, indicadores e diretrizes que orientam a institucionalização da sustentabilidade no setor público.

Um número crescente de gestores públicos em todo o Brasil têm participado da oficina, totalizando 1.396 servidores formados até 2024. Trata-se uma iniciativa conjunta de unidades internas do Senado e da Rede Nacional de Sustentabilidade no Legislativo — uma cooperação técnica entre o Senado, a Câmara dos Deputados e o TCU.  

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— Esse trabalho leva nossa experiência em sustentabilidade aos gestores públicos de todo o Brasil. Foram mais de 700 projetos inscritos nas categorias como regulação, serviços públicos, políticas públicas, gestão, comunicação, integridade, inovação e ESG. Nós chegamos até aqui! — comemora Danielle Abud, servidora do Núcleo de Coordenação de Ações de Responsabilidade Social do Senado e uma das professoras da oficina.

Votação

Para votar, é preciso reagir — curtir, comentar ou compartilhar — ao post da Oficina de Gestão Pública Sustentável: metodologia de elaboração de Plano de Logística Sustentável (PLS). A reação só será considerada como voto se feita na publicação do próprio Conexão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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