POLÍCIA
Polícia Civil prende mulher que atraiu fretista para emboscada e morte em Sinop
POLÍCIA
A equipe do Núcleo de Homicídios da Polícia Civil de Sinop cumpriu, na quinta-feira (13.02), uma jovem envolvida no assassinato de um motorista de caminhão no ano passado.
G.A.T.P., 21 anos foi identificada nas investigações da Polícia Civil como uma das envolvidas no homicídio de Elisandro Machado de Oliveira, 42 anos.
O crime ocorreu no dia 23 de julho, no bairro Boa Esperança, em Sinop. Segundo as investigações, a suspeita foi a responsável em atrair a vítima até o local onde o executor esperava para matar a vítima.
Elisandro trabalhava com fretes e foi chamado pela suspeita para ir até o local onde foi morto, onde a mulher, supostamente, o esperava para carregar uma mudança. Ao chegar no local, a vítima foi rendida e executada dentro do caminhão, com três disparos de arma de fogo.
O autor dos disparos, H.R.S.S., 18 anos, foi preso pela Polícia Civil em setembro passado e confessou a autoria do crime. Ele declarou ainda que o telefone usado para atrair a vítima era da mulher presa nesta quinta-feira.
O executor do homicídio disse também que a ordem para a execução partiu de uma facção criminosa, pelo fato da vítima estar, supostamente, envolvida com a morte de integrantes do grupo criminoso.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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