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Vereador busca ampliar acesso à moradia popular com pedido de 3.000 casas

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O município de Sorriso, conhecido como a capital nacional do agronegócio, pode dar um importante passo para reduzir o déficit habitacional e garantir moradia digna às famílias de baixa renda. O Requerimento nº 10/2025, proposto pelo vereador Wanderley Paulo (Progressistas), solicita a construção de 3.000 unidades habitacionais pelo Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, destinadas às faixas I, II e III, que atendem às populações de baixíssima, baixa e média renda.

Com uma população estimada em 110.635 mil habitantes, segundo o Censo de 2022, Sorriso enfrenta um cenário de crescimento populacional acelerado, impulsionado pelo desenvolvimento econômico do agronegócio. No entanto, muitas famílias ainda vivem em situação de vulnerabilidade social, sem condições de adquirir a casa própria ou arcar com os custos de aluguel. O déficit habitacional no município é um desafio que precisa ser enfrentado com urgência.

O vereador Wanderley Paulo destacou que o Programa Minha Casa Minha Vida é uma ferramenta essencial para incluir essas famílias em políticas públicas que garantam o direito à moradia. “Notadamente, se faz necessária a constante busca pela inclusão das pessoas com baixo poder aquisitivo em programas governamentais que oferecem a possibilidade de uma moradia e existência digna para todos”, afirmou.

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O Governo Federal destinou R$ 10,7 bilhões para o programa habitacional em 2025, com a previsão de construção de 150 mil unidades na Faixa 1, a mais acessível do programa. O requerimento busca aproveitar esses recursos para atender às demandas locais, garantindo que Sorriso seja contemplado com novas moradias populares.

O pedido também enfatiza a importância da sensibilidade das autoridades estaduais e federais para atender ao pleito, que visa não apenas a construção de casas, mas a promoção da dignidade e da qualidade de vida para milhares de cidadãos sorrisenses. “Esperamos contar com o apoio necessário para que esse projeto se torne realidade e beneficie diretamente as famílias que mais precisam”, concluiu o vereador.

A proposta agora segue para análise e tramitação nas esferas competentes, enquanto a população de Sorriso aguarda ansiosa por uma resposta positiva que possa transformar o sonho da casa própria em realidade.

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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