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Parlamentares de Mato Grosso prestigiam posse de advogado no CNJ

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), acompanhado dos parlamentares Eduardo Botelho (União) e Janaina Riva (MDB) estiveram em Brasília, nesta terça-feira (11), para acompanhar a posse do advogado Ulisses Rabaneda dos Santos como membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A sessão foi conduzida pelo presidente do CNJ, ministro Luis Roberto Barroso.

Rabaneda foi um dos indicados pelo Conselho Federal da OAB para integrar o grupo de 15 conselheiros do CNJ. Dentre as atribuições, os membros do conselho atuam para aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário brasileiro, com ênfase no controle e na transparência administrativa e processual. O mandato do conselheiro, que tem duração de dois anos, abrange atuação em todo território nacional.

“A presença do advogado Ulisses Rabaneda no CNJ também é um marco para Mato Grosso, pois reflete a importância da região no cenário jurídico nacional. Temos certeza que sua contribuição vai fortalecer o Poder Judiciário e garantir a efetividade das normas constitucionais”, destacou o deputado Max Russi.

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Antes de assumir o cargo no CNJ, Ulisses foi procurador-geral do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), onde atuou na defesa das prerrogativas da advocacia e no aprimoramento das instituições jurídicas do país, além de ter presidido a seccional da Ordem em Mato Grosso.

“Como conselheiro trago a missão de colaborar para o aperfeiçoamento do Judiciário brasileiro, buscando maior transparência, eficiência e acessibilidade ao sistema de justiça” disse Rabaneda, em seu discurso de posse. “Sem uma advocacia livre, independente e respeitada, não há Estado Democrático de Direito”, complementou.

A deputada Janaina Riva reiterou o comprometimento e a ética do advogado no desenvolvimento de ações em prol de um sistema jurídico mais ágil e acessível aos cidadãos.

“A presença de um profissional tão envolvido com a justiça, a ética e os direitos humanos no CNJ é motivo de vitória para todos os mato-grossenses”, frisou a deputada.

Eduardo Botelho (União) lembrou da atuação de Rabaneda frente à Justiça Eleitoral e enquanto presidente da seccional mato-grossense da Ordem dos Advogados do Brasil.

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“A experiência e dedicação certamente trarão contribuições valiosas para a justiça e a transparência em nosso país, não só para Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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Projeto de Beto Dois a Um busca acolhimento e apoio financeiro para mulheres vítimas de violência em MT

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Mulheres vítimas de violência doméstica poderão ter acesso a bolsas de estudo, ajuda para pagar o transporte, acesso gratuito a cursos profissionalizantes e apoio para começar o próprio negócio em Mato Grosso. Essas são algumas das medidas incluídas em um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Beto Dois a Um (Podemos), na última quarta-feira (4), que também busca melhorar as casas de acolhimento e oferecer mais condições para que essas mulheres consigam recomeçar a vida longe dos agressores.

Na área da educação e do trabalho, a proposta inclui cursos técnicos e profissionalizantes, bolsas de estudo, auxílio-transporte e fornecimento de materiais didáticos. A intenção é facilitar o acesso das mulheres à qualificação profissional, principalmente daquelas que não têm condições financeiras de pagar pelos estudos ou mesmo de arcar com os custos para chegar até as aulas.

O projeto também incentiva o empreendedorismo feminino, a criação de cooperativas e outras formas de geração de renda. Entre as medidas estão cursos de educação financeira, orientação profissional e parcerias com instituições de ensino, entidades do Sistema S e empresas privadas, para aproximar as participantes de oportunidades de emprego e de abertura do próprio negócio.

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Outro ponto importante é a melhoria das casas de acolhimento, que recebem mulheres que precisam deixar suas casas para escapar de situações de violência. O projeto inclui apoio para construção, reforma, ampliação e manutenção desses espaços, além da compra de móveis, equipamentos e materiais necessários ao atendimento.

A proposta também contempla necessidades básicas das mulheres acolhidas, como alimentação, roupas, produtos de higiene e transporte. O atendimento deverá envolver profissionais das áreas de psicologia, assistência social e direito, além de oferecer condições adequadas de segurança, privacidade e acessibilidade.

Os filhos e demais dependentes dessas mulheres também estão incluídos. O texto destaca que o acolhimento deve atender não apenas as vítimas, mas também as pessoas que precisam acompanhá-las nesse momento, com assistência e acompanhamento especializado.

Segundo o deputado, a dependência financeira é um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos, principalmente quando a mulher não tem renda própria, qualificação profissional ou oportunidades de trabalho.

“A dependência financeira constitui um dos fatores que podem dificultar a ruptura de relacionamentos abusivos, sobretudo quando a mulher não dispõe de renda própria, qualificação profissional ou oportunidades de inserção no mercado de trabalho”, afirmou.

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A proposta também abre a possibilidade de utilizar recursos do orçamento estadual, emendas parlamentares, convênios com o governo federal e prefeituras, além de parcerias e outras fontes de financiamento para colocar as medidas em prática.

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