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Polícia Civil prende segundo envolvido em roubo de joias em Barra do Garças

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Mais um envolvido em um roubo de joias ocorrido em novembro de 2024 em Barra do Garças teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (7.2), em trabalho investigativo da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

Na ocasião, a vítima foi abordada no interior da residência por volta das 6 horas da manhã. Logo após a vítima registrar boletim de ocorrência sobre os fatos, as equipes da Derf Barra do Garças iniciaram diligências para identificar e prender os autores do roubo.

As investigações apontaram que os criminosos tiveram acesso ao interior de residência pela janela de vidro instalada aos fundos da casa. Um deles, ao adentrar na residência depois de abrir a janela com uma chave de fenda, abriu a porta da cozinha para o comparsa entrar.

Dentro da casa, eles ficaram aguardando a vítima abrir a porta do quarto para anunciar o roubo. A vítima foi agredida e ameaçada pelos criminosos, que exigiram a entrega das joias que estavam na residência. Foram levados relógios, pulseiras e correntes de ouro que a vítima possuía.

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Os criminosos fugiram do local após a vítima conseguir empurrar um deles e se trancar no banheiro. Em seguida, a vítima começou a gritar por socorro, assustando os suspeitos, que deixaram o local.

Durante a apuração dos fatos, os policiais da Derf conseguiram identificar a presença de um veículo nas proximidades de onde ocorreu o crime. Ao pesquisarem os dias anteriores, os policiais observaram que o mesmo veículo passou diversas vezes nas proximidades do endereço da vítima.

Com estas informações, foi possível identificar um dos autores do crime, sendo representado pela prisão preventiva dele, que foi realizada no dia 24 de janeiro, em Água Boa.

Ao tomar conhecimento da prisão, o delegado titular da Derf, Nelder Martins Pereira, reuniu uma equipe de investigadores e foi até a unidade prisional de Água Boa para interrogar o suspeito, que confessou ter participado do crime, utilizando o seu veículo para realizar o transporte dos dois criminosos que executaram o roubo. Ele afirmou que foi obrigado por um dos autores a participar do crime, em razão de uma dívida de R$ 600 em drogas.

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Com base nas informações prestadas por ele e outros fatos apurados pela investigação, foi possível identificar o segundo envolvido, que também foi interrogado e confessou participação como executor. Ele foi preso pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças nesta sexta-feira (7).

As diligências seguem em andamento para identificar e prender o terceiro envolvido no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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