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PRF prende passageira com 4 kg de drogas em ônibus na BR-364 em Cuiabá

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu uma passageira por tráfico de drogas durante fiscalização em um ônibus interestadual na BR-364, em Cuiabá (MT), no dia 5 de fevereiro de 2025.

A ação ocorreu em frente ao posto da PRF, quando os policiais realizavam a fiscalização  dos passageiros de um ônibus que fazia a linha Cuiabá (MT) – Dom Eliseu (PA). Com o auxílio do cão farejador K9 Anúbis, a equipe encontrou quatro tabletes grandes e um pedaço de substância análoga à pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 4 kg da droga. A droga estava escondida em um travesseiro e em uma mala no compartimento de bagagem do ônibus.

A jovem de 23 anos ,confessou que receberia R$ 2 mil para transportar a droga de Cuiabá (MT) para Dom Eliseu (PA). Ela foi presa em flagrante e encaminhada à Central de Flagrantes de Cuiabá.

A PRF reforça seu compromisso com a segurança nas rodovias federais e o combate ao tráfico de drogas, utilizando recursos e expertise para garantir a segurança e o bem-estar dos passageiros.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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