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Comissão Especial analisa restos a pagar acumulados em 2024

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Comissão Especial para análise e validação dos restos a pagar acumulados até 31 de dezembro de 2024 se reúne nesta quarta-feira (5) para analisar documentos fiscais, contratos e empenhos.

A equipe composta por onze membros começou os trabalhos no dia 22 de janeiro, quando o prefeito Cláudio Ferreira instituiu a portaria nº 37.426 constituindo a Comissão. Inicialmente reuniram as informações avaliando o cenário, somaram as despesas e emitiram relatório.

“Hoje estamos fazendo a base, olhando os contratos, verificando se o serviço foi entregue para podermos validar os pagamentos, e enviar para o financeiro. Conforme o planejamento, os pagamentos serão efetuados”, explicou a presidente da Comissão, Silvana Guedes.

O grupo tem a finalidade de avaliar e conferir individualmente cada contrato das empresas e prestadores do exercício de 2024, conferindo a regularidade dos valores, se o serviço foi feito ou produtos entregues e autorizar os pagamentos conforme as normas legais e orçamentárias vigentes. O montante desses contratos ultrapassa R$ 60 milhões.

MAIS CONTRATOS
A Secretaria de Receita depositou o pagamento de mais de 30 fornecedores do setor da saúde, na segunda quinzena de janeiro. O valor de R$ 3.827.625,00 pagou clínicas, posto de combustível, laboratório, distribuidora de medicamentos, entre outros que prestaram serviço na última gestão, mas ainda não haviam recebido.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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