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Homem que convivia maritalmente com menina de 12 anos é preso pela Polícia Civil em Matupá

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Um homem, de 26 anos, que convivia maritalmente com uma adolescente de 12 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (31.1), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Matupá com apoio da Polícia Militar.

As investigações iniciaram depois que a Polícia Civil recebeu informações do Conselho Tutelar sobre uma menor de 12 anos, que estaria grávida de homem bem mais velho. Ainda segundo a denúncia, a mãe da menor residia com o suspeito e a filha na mesma residência, na Gleba Padovani.

Diante da gravidade da situação, os policiais se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o suspeito, que confirmou que possuía um relacionamento com a menor. Foram encontradas, em seu celular, várias fotografias dos dois juntos, confirmando o vínculo entre ambos.

A mãe da menor também confirmou os fatos, relatando que a filha tinha relacionamento com o investigado e que eles dormiam no mesmo quarto. Ela alegou que aceitava a situação por temer que sua filha fugisse de casa.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Matupá, interrogado e autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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