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Operações Lei Seca terminam com 13 condutores presos por embriaguez na madrugada deste domingo (26)

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Duas operações Lei Seca, realizadas na madrugada deste domingo (26.1), resultaram na prisão de 13 condutores por embriaguez. As abordagens ocorreram de forma simultânea na avenida Beira Rio, no bairro Novo Terceiro, e na avenida tenente coronel Duarte, no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Nas ações, outras três pessoas foram presas por desobediência, dirigir pondo em risco a segurança alheia, entregar veículo a pessoa não habilitada e desobedecer às ordens dos agentes fiscalizadores.

No ponto de fiscalização da avenida Beira Rio, foram 39 autos de infração de trânsito confeccionados, dos quais 13 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, nove por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, seis por recusa do teste de alcoolemia, seis por conduzir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e cinco por infrações diversas.

Também foram detidas sete pessoas, sendo que cinco estavam embriagadas, e uma delas recebeu agravante por não possuir CNH. Uma pessoa também foi detida por entregar veículo a pessoa não habilitada, e uma por desobedecer às ordens dos agentes fiscalizadores.

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Já na avenida Tenente Coronel Duarte, foram 62 autos de infração de trânsito, sendo 19 por conduzir sob efeito de álcool, 12 por conduzir veículo não licenciado, 12 por conduzir sem CNH, oito por recusa do teste de alcoolemia, e 11 por infrações diversas.

Neste trecho, foram nove prisões, sendo que oito condutores estavam embriagados e um deles ainda sem habilitação. Uma pessoa foi detida por desobediência e por dirigir pondo em risco a segurança alheia.

Somando as duas operações, foram 129 condutores submetidos ao teste de alcoolemia, 116 veículos fiscalizados, 56 autuados e 44 removidos (27 carros e 17 motos).

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM-MT), a Polícia Penal e o Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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