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PRF encontra mais de 46 kg de drogas escondidas sob cama de caminhão na BR-364

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No dia 14 de janeiro de 2024, por volta das 16h, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava fiscalização na BR-364, no município de Alto Garças/MT, quando abordou um caminhão Durante a ação, o cão farejador K9 Zion foi utilizado e sinalizou a presença de entorpecentes na cabine do veículo.

Após buscas no local onde o cão sinalizou, os policiais localizaram tabletes de drogas escondidos sob a cama da cabine. A pesagem preliminar indicou 15,87 kg de cloridrato de cocaína, 10,4 kg de pasta base de cocaína e 20,55 kg de skunk, totalizando 46,82 kg de drogas. Além disso, foram encontradas duas cartelas de medicamentos conhecidos como rebites, com 30 comprimidos no total.

O condutor informou que foi abordado em um posto de combustível na BR-163 e aceitou transportar o material ilícito de Rondonópolis/MT até Rio Verde/GO em troca de uma quantia em dinheiro.

Diante dos fatos, o motorista recebeu voz de prisão. O veículo, o material ilícito e outros itens apreendidos, foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil em Alto Garças/MT.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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