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PRF apreende 40kg de maconha e skunk durante fiscalização em Rondonópolis/MT

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Na madrugada de 27 de dezembro de 2024, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma apreensão de drogas no km 211 da BR 364, em Rondonópolis – MT.

Durante uma fiscalização de combate ao crime, os agentes abordaram um veículo, conduzido por um motorista, que transportava passageiros por meio de um aplicativo de transporte.

Ao realizar a vistoria, os policiais solicitaram ao motorista que abrisse o porta-malas, onde foi encontrada uma mala que exalava forte odor de maconha.

A mala, que pertencente a passageira , estava cheia de substâncias ilícitas.

A infratora assumiu a posse da droga e confirmou que estava transportando aproximadamente 40kg de maconha e 3,1kg de skunk e que faria o transporte da droga de Cuiabá a Alto Araguaia.


Os envolvidos foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil de Rondonópolis para os devidos procedimentos legais.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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