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Acadepol orienta sobre enxoval para curso de formação de novos policiais civis

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A Academia da Polícia Civil de Mato Grosso informa aos novos alunos do Curso de Formação Técnico Profissional o uniforme oficial que deverá ser providenciado para o ingresso na instituição.

A Acadepol destaca que, a partir do dia 31 de dezembro de 2024, os alunos iniciarão o estágio supervisionado e deverão estar uniformizados com a vestimenta oficial de aluno. Para isso, foi preparado um manul explicativo com o enxoval necessário.

A academia reforça que a uniformização é padrão e deve ser providenciada pelos alunos, sendo essencial que esteja em prontidão para o primeiro dia de estágio.

Nos próximos meses, os novos servidores terão a oportunidade de aprender, crescer e se prepararem para assumir uma das mais importantes funções na sociedade, se tornar um Policial Civil.

Em caso de dúvidas, a Gerência de Ensino está à disposição para informações pelo número (65) 98173-0409.

Confira o manual da vestimenta para alunos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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