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Polícia Civil recaptura em Cuiabá fugitivos de centro de detenção no norte de MT

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A equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum investigou e identificou o paradeiro de dois criminosos que fugiram há dois meses do Centro de Detenção de Peixoto de Azevedo. Nesta quinta-feira (19), os dois foram presos em Cuiabá, com apoio da Gerência de Polinter e Capturas da Polícia Civil.

Os dois foram localizados em uma residência no bairro Santa Laura, na região do Osmar Cabral

Os criminosos fugiram da unidade prisional durante o banho de sol, em 22 de outubro deste ano. Ambos respondem a diversas ações penais por crimes como homicídios, roubo, tráfico e furto.

Um dos recapturados, L.A.S.L., de 34 anos, responde a cinco inquéritos; três por tentativas de homicídios e dois por homicídios. Ele tem uma condenação de 25 anos de prisão.

Já o outro recapturado, K.C.S., de 28 anos, responde a ações penais por furto, roubo e tráfico de drogas. Ele tem registros criminais nas cidades de Lucas do Rio Verde, Cáceres, Pontes e Lacerda e São José dos Quatro Marcos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Professor da UFMT é condenado por perseguição contra ex-companheira em Cuiabá

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O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, foi condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá pelo crime de perseguição contra a ex-companheira. A decisão fixou pena de 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 3 mil por danos morais.

De acordo com a sentença, o caso envolve episódios registrados em 2022, quando o professor teria enviado diversos e-mails à vítima, insistindo em retomar o contato mesmo após ela limitar a comunicação a assuntos relacionados aos filhos. Para a Justiça, as mensagens apresentavam caráter insistente e intimidatório.

A defesa questionou a validade dos e-mails e pediu a anulação de uma audiência, mas os argumentos foram rejeitados pelo magistrado, que considerou as provas suficientes para a condenação.

A pena foi suspensa por dois anos, mediante o cumprimento de condições impostas pela Justiça. O professor poderá recorrer da decisão em liberdade.

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