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Condenado pela Justiça de MT é preso no Estado do Pará

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Um homem condenado pela Justiça de Mato Grosso, pelo crime de roubo, foi preso no sábado (14.12), no Estado do Pará.

O procurado foi localizado após investigação da Delegacia de Itaúba (600 km ao norte de Cuiabá), para apurar o paradeiro do foragido.

Ele foi condenação no ano de 2016, a mais de 23 anos de reclusão em regime fechado, e estava com o mandado de prisão em aberto.

Durante diligências os policiais civis descobriram o procurado no Pará, razão pela qual foi solicitado apoio da Polícia Civil daquele estado.

Diante das informações o foragido foi abordado no distrito de Moraes de Almeida, situado no município de Itaituba (PA).

Em seguida o preso foi conduzido para as providências cabíveis, e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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