MATO GROSSO
Polícia Civil prende ex-policial militar foragido de operação
MATO GROSSO
Ex-policial militar procurado pela Justiça desde a Operação Alta Frequência foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (10.12), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), em Cuiabá.
O foragido estava com a prisão preventiva decretada pelo juízo do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), por envolvimento com o tráfico de drogas. Ele foi localizado e preso pela equipe do Núcleo de Inteligência da DRE.
O investigado, ex-policial militar e atualmente chefe de cozinha, foi alvo da primeira fase da Operação Alta Frequência, na qual foi cumprido mandado de busca e apreensão em seu endereço.
Na ocasião, o suspeito não foi localizado. Contudo, no seu endereço foram apreendidas porções de drogas e balanças de precisão, evidenciando a atuação no comercio de entorpecentes.
Operação Alta Frequência
A operação foi deflagrada pela Polícia Civil no dia 31 de outubro, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), para desarticular um esquema de tráfico de drogas.
Na operação foram cumpridas 12 ordens judiciais, sendo seis mandados de busca e apreensão, cinco de bloqueios de bens e um de sequestro de bem móvel.
Os alvos investigados, entre eles um ex-policial militar demitido da instituição recentemente, responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de capitais.
O nome da operação faz referências às caixas de som amplificadoras em que foram apreendidas as drogas, demonstrando o esquema de tráfico utilizado pelo grupo criminoso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Professor da UFMT é condenado por perseguição contra ex-companheira em Cuiabá
O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, foi condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá pelo crime de perseguição contra a ex-companheira. A decisão fixou pena de 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 3 mil por danos morais.
De acordo com a sentença, o caso envolve episódios registrados em 2022, quando o professor teria enviado diversos e-mails à vítima, insistindo em retomar o contato mesmo após ela limitar a comunicação a assuntos relacionados aos filhos. Para a Justiça, as mensagens apresentavam caráter insistente e intimidatório.
A defesa questionou a validade dos e-mails e pediu a anulação de uma audiência, mas os argumentos foram rejeitados pelo magistrado, que considerou as provas suficientes para a condenação.
A pena foi suspensa por dois anos, mediante o cumprimento de condições impostas pela Justiça. O professor poderá recorrer da decisão em liberdade.
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