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Investigado por tráfico de skunk para Goiás é preso pela Polícia Civil em VG

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Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes prendeu na manhã desta terça-feira (10.12), em Várzea Grande, um envolvido em tráfico de drogas no estado de Goiás.

H.F.L., de 43 anos, foi localizado no bairro Engordador. Ele estava com a prisão decretada pela 2ª Vara Criminal de Jataí (GO).

O investigado foi o responsável pela droga encontrada no caminhão cegonha. Foram localizados 50 quilos de skunk, conhecido como super maconha. O destino da droga seria a cidade de Goiânia, capital de Goiás. O caminhão transportava veículos, que foram carregados em Mato Grosso com destino final em Minas Gerais.

O caminhão foi interceptado em Jataí, no sudoeste goiano, em outubro deste ano. Durante as investigações, a Polícia Civil de Goiás identificou o responsável pelo transporte do entorpecente, preso nesta terça-feira pela DRE.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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