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Delegado da Polícia Civil de MT se aposenta com o dever cumprido

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Com mais de 12 anos de serviço dedicado à Polícia Civil de Mato Grosso, o delegado, Carlos Roberto Moreira de Oliveira, assina nesta segunda-feira (09.12), o documento de aposentadoria para publicação do Diário Oficial do Estado (DOE).

O delegado ingressou na instituição em julho de 2012, e trazia em sua bagagem profissional experiências adquiridas como policial militar no Estado de Minas Gerais, investigador de polícia em Goias e delegado no Amazonas.

Depois de concluir o Curso de Formação Técnico Profissional, ministrado pela Academia de Polícia, a primeira lotação do delegado Carlos Roberto Moreira de Oliveira foi na Delegacia de Rio Branco.

A autoridade policial também foi titular das Delegacias de Alto Garças, Alto Paraguai e Primavera do Leste, município em que exerceu também a função de Delegado Regional.

Com as obrigações cumpridas enquanto servidor público, Carlos Roberto atuou de forma comprometida nas atribuições incumbidas à função, no cotidiano combate à criminalidade.

Ao completar 30 anos de serviço prestado, e com a sensação de dever cumprido, Carlos Roberto, relembra dos últimos 12 anos de profissão que foram dedicados à Polícia Civil mato-grossense, e valia como extremamente proveitosos e gratificantes.

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O delegado fala do privilegio em trabalhar na instituição a qual sempre desejou e almejou ingressar, considerado por ele a sua maior e extraordinária conquista.

“Tomei posse na Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, cumpri todas as etapas, conclui o Curso Superior de Polícia, cheguei a classe Especial, e exerci a função de chefia comandando as unidades de cinco cidades da Regional de Primavera do Leste. Completo essa trajetória com grandes amigos, e histórias marcadas para sempre em minha memória”, destacou Carlos Roberto.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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