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ALMT é finalista na premiação Unale Assembleia Cidadã

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) está na final da 5ª edição do Prêmio Unale Assembleia Cidadã (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais). O Parlamento mato-grossense concorre em duas categorias: a de Gestão e a de Atendimento ao Cidadão.

O anúncio foi feito após rigorosa votação técnica, que a partir de agora passa a ser aberta ao público, podendo ser acessada clicando neste link.

No quesito gestão, a inciativa foi selecionada pelo desenvolvimento de metodologia à Modernização, Controle e Acompanhamento das Emendas Parlamentares na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e no atendimento ao cidadão por levar serviços gratuitos à população no Espaço de Identificação Infantil.

O resultado será anunciado no dia 5 de dezembro, no Rio de Janeiro, durante a 27ª Conferência Nacional da Unale, que tem como tema central: “O Futuro da Educação no Brasil”. O vencedor receberá um troféu transitório e o direito de usar o selo Assembleia Cidadã.

Os projetos foram enviados pelas Assembleias Legislativas de todo o país nas categorias Gestão, Atendimento ao Cidadão e Projetos Especiais. Atualmente, a Unale é a única entidade com reconhecimento legítimo perante o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) de representação dos 1059 deputados estaduais e das 27 Casas Legislativas do Brasil.

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Espaço de Identificação Infantil – Atende os pequenos cidadãos mato-grossenses, de zero a cinco anos, e também os atípicos. O posto de identificação da ALMT é o primeiro do Brasil a oferecer biometria para a confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN) a crianças recém-nascidas.

Gestão Pública – A indicação para a disputa do prêmio Unale Assembleia Cidadã veio por intermédio da Consultoria Institucional de Acompanhamento Financeiro e Orçamentário (CIAFO), que é um órgão técnico de trabalho e auxilia os deputados a sugerirem de forma transparente e eficiente as emendas parlamentares na lei orçamentária estadual. Com esse trabalho já foi possível, entre os anos de 2021 e 2022, destinar R$ 1,2 bilhão em emendas.

Fonte: ALMT – MT

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Projeto de Beto Dois A Um leva internet e energia solar às escolas ribeirinhas

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Escolas localizadas em comunidades ribeirinhas do Pantanal e do Vale do Araguaia poderão ganhar internet via satélite, energia solar e equipamentos tecnológicos para melhorar o ensino. É o que prevê o projeto de lei do número 1954/2025 do deputado estadual Beto Dois A Um (Podemos), que está em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A proposta institui o Programa Estadual Educação Ribeirinha Conectada, que tem como objetivo levar mais estrutura às escolas que ficam em regiões de difícil acesso, onde muitas vezes a falta de energia elétrica e de conexão com a internet dificulta o aprendizado dos alunos e o trabalho dos professores.

Em fevereiro de 2026, o projeto recebeu parecer favorável da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, avançando na tramitação.

Entre as ações previstas estão a instalação de internet via satélite, implantação de sistemas de energia solar, entrega de notebooks, tablets, projetores e outros equipamentos digitais, além da capacitação de professores para o uso das novas tecnologias em sala de aula. O texto também prevê manutenção periódica dos equipamentos e atualização tecnológica ao longo dos anos.

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O projeto, segundo o deputado Beto Dois A Um, busca diminuir as desigualdades enfrentadas por estudantes que vivem em comunidades isoladas.

“O Estado de Mato Grosso possui vastas regiões ribeirinhas onde o acesso à educação enfrenta desafios extremos relacionados à distância, à ausência de energia elétrica confiável e à falta de conectividade. A internet via satélite, aliada à energia solar, oferece uma solução realista para garantir mais oportunidades e acesso à educação de qualidade para esses estudantes”, destacou o parlamentar.

De acordo com a proposta, a implantação do programa será feita de forma gradual. No primeiro ano, o Governo do Estado deverá mapear as escolas ribeirinhas e iniciar um projeto-piloto. A expectativa é que, ao final de quatro anos, todas as escolas localizadas nessas regiões sejam contempladas.

Além de beneficiar diretamente alunos e professores, a iniciativa também pretende facilitar a comunicação entre as unidades escolares e a Secretaria de Estado de Educação, permitindo acesso a plataformas digitais, materiais pedagógicos e cursos de formação continuada.

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