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Policial civil de Mato Grosso conclui curso tático realizado no Estado de Alagoas

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Um investigador da Polícia Civil de Mato Grosso se formou na V edição do Curso de Operações Táticas Especiais (COTE), promovido pela Polícia Civil do Estado de Alagoas.

O policial civil, Flávio Yolando Almerce Nunes, lotado na Gerência de Operações Especiais (GOE), participou da capacitação realizada entre 20 de agosto a 01 de dezembro, com carga horária de 886 horas/aula.

Foram 104 dias ininterruptos de treinamento em regime de internato, com aulas teóricas e práticas para a formação de policiais táticos operacionais, para atuação em ocorrências de alto risco e situações críticas.

A qualificação tem como objetivo formar profissionais para o desempenho da função, preparando-o para atuar em situações extremas, sob estresse, superando limites físicos, fisiológicos e mentais.

O Curso de Operações Táticas Especiais (COTE) segue o padrão nacional exigido pelo Comitê Nacional dos Coordenadores de Operações Policiais Especiais, buscando capacitar os operadores táticos de forma linear para a utilização de técnicas com o mesmo nível em todo o Brasil.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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