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CMO vota relatório preliminar da LDO de 2025 nesta quarta-feira

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Com a sanção da lei que regulamenta a apresentação e execução de emendas parlamentares ao Orçamento (Lei Complementar 210, de 2024), os  senadores e deputados da Comissão Mista de Orçamento (CMO) devem votar nesta quarta-feira (27) o relatório preliminar do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 (PLN 3/2024).

A comissão definiu novos calendários de tramitação para a LDO de 2025 e para a Lei Orçamentária Anual de 2025 (PLN 26/2024). A ideia é votar a LDO até o dia 10 de dezembro e o Orçamento, até o dia 12. Depois, as duas propostas têm de ser votadas pelo Plenário do Congresso Nacional.

Para que isso seja possível, os dois projetos terão que ser analisados ao mesmo tempo. O prazo para a apresentação de emendas aos dois projetos, por exemplo, será entre 28 de novembro e 4 de dezembro.

Calendário LDO 2025:

  • Votação do relatório preliminar e suas emendas: 27/11/2024
  • Apresentação de emendas ao projeto: de 28/11/2024 a 04/12/2024
  • Votação do relatório final: de 06/12/2024 a 10/12/2024

Calendário Orçamento de 2025:

  • Apresentação de emendas: 28/11/2024 a 04/12/2024
  • Publicação do relatório da receita: 04/12/2024
  • Votação do relatório da receita e emendas: 05/12/2024
  • Publicação do relatório preliminar, apresentação de emendas e votação: 05/12/2024
  • Publicação dos relatórios setoriais: 06/12/2024 a 09/12/2024
  • Votação dos relatórios setoriais: 10/12/2024
  • Publicação do relatório geral: 11/12/2024
  • Votação do relatório geral: 12/12/2024
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Com informações da Agência Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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