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Habitação pauta diálogo da equipe de transição de mandato

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Construtora Pacaembu reforça que deve construir mais de 2 mil casas para serem financiadas

Em mais uma etapa do processo de transição de mandato, o prefeito Ari Lafin detalhou, ao prefeito eleito Alei Fernandes, todo o trâmite que está sendo travado para a viabilização de residências financiáveis no Município.

Ainda em março do ano passado, a Construtora Pacaembu já havia anunciado a intenção de investir mais de R$ 400 milhões para edificar mais de 2 mil residências para serem financiadas. Nesta quarta (20 de novembro), em pleno feriado, representantes da Construtora, mais uma vez, avaliaram junto à Administração Municipal, todas as etapas que ainda precisam ser vencidas para que o conjunto habitacional possa se tornar realidade.

“É um protocolo que vem sendo seguido, dentro de toda a legalidade, de maneira criteriosa, para que o sonho da casa própria de milhares de famílias sorrisenses se torne, efetivamente, realidade”, contextualizou o prefeito Ari Lafin.

Prefeito eleito, Alei Fernandes sabe que caberá a ele dar continuidade, junto ao Legislativo, ao processo legal para que sejam concedidos os incentivos necessários para o início da construção das casas. “A expectativa é que ainda no primeiro semestre de 2025 já tenhamos boas notícias”, estimou.

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Bruno Villar, um dos representantes da Pacaembu, destacou que a casas serão destinadas para famílias integrantes das Faixa 1 (renda bruta familiar de até R$ 2.850,00) e Faixa 2 (R$ 4.700,00) do Programa Minha Casa, Minha Vida, e todo o processo também está diretamente vinculado à MT PAR, via programa estadual Ser Família Habitação.

Também participaram da reunião, no Paço Municipal, demais secretários da atual e da próxima gestão, assim como integrantes da Câmara Municipal e da Construtora Pacaembu.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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