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6ª Corrida do Judiciário: 1ª Caminhada tem grande adesão de servidores, magistrados e população

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A manhã deste domingo (10 de novembro) foi marcada pela onda azul de 1.100 pessoas que se reuniram para a ‘6ª Corrida e 1ª Caminhada do Judiciário 2024’, que teve largada em frente ao Fórum de Cuiabá, às 6h30.
 
A caminhada, que foi uma novidade desta edição, teve um percurso de 3 km acessível a todos, com trajeto na Avenida Hélio Ribeiro, sentido à Assembleia Legislativa, com retorno na rotatória em frente ao Poder Legislativo, retornando à frente da Comarca da Capital. Ao final da prova, todos os participantes da caminhada ganharam a medalha do evento.
 
Boa parte do público da caminhada não é corredor e queria registrar a participação no evento esportivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, e nessa modalidade viram a oportunidade de poder prestigiar a ação.
 
Uma das participantes foi a vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Erotides Kneip, que destacou o engajamento do público, tanto na caminhada quanto na corrida.
 
“Fiz a caminhada de 3 km e foi muito importante para mim, na minha faixa etária. O evento, no todo, foi um sucesso. Uma adesão tão grande de todos que nos surpreendeu positivamente. É uma alegria para todos os servidores, magistrados, desembargadores e para a sociedade”, enfatizou a vice-presidente.
 
Quem também percorreu os 3 km da caminhada foi o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira. Segundo ele, a ação tem a finalidade de promover a integração e qualidade de vida de servidores, magistrados e da população.
 
“A nossa participação enquanto desembargadores e magistrados tem a pretensão de promover a nossa integração com os servidores do Poder Judiciário e com toda sociedade, promovendo a saúde e o bem-estar. Foi um grande sucesso e espero que no próximo ano mais pessoas possam participar conosco”, pontuou o corregedor.
 
A ‘6ª Corrida e 1ª Caminhada do Judiciário’ foram idealizadas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e realizadas pela Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), com a parceria da Federação Mato-grossense de Atletismo, Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob) e Polícia Militar (PMMT).
 
A organização contou com uma equipe engajada que estava há meses preparando cada detalhe do evento.
 
A coordenadora de Gestão de Pessoas do TJMT, Karine Giacomelli de Lima, que esteve à frente da organização representando o TJMT juntamente com o desembargador Rodrigo Roberto Curvo, conta como foi o desafio de promover um evento esportivo para mais de 1.100 pessoas. “Já fazia alguns anos, depois da pandemia, que nós não tínhamos ativado ainda nosso ‘modo corrida’. A organização da corrida foi um grande desafio, porque é um evento para um número muito expressivo de pessoas, então nós sabemos da responsabilidade de fazer tudo com muita segurança aos participantes. E claro, fazer uma festa bem bonita para que os servidores e toda a sociedade se engajem na prática de atividade física”.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens Foto 1: Registro horizontal colorido de pessoas caminhando na rua com a blusa da ‘6ª Corrida e 1ª Caminhada do Judiciário 2024’, nas cores azul clara e azul escuro. Foto 2: Foto horizontal colorida da vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Erotides finalizando a prova na linha de chegada. Ela é uma mulher branca de cabelos grisalhos e usa a camiseta do evento na cor azul. Foto 3: Registro colorido horizontal do corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira participando da 1ª Caminhada do Judiciário. Ele usa um boné preto, está com a camisa do evento e bermuda azul escura. Foto 4: Foto colorida horizontal de várias pessoas reunidas, posando para foto. Entre as pessoas estão integrantes da Administração do TJ, organizadores e partipantes do evento..
 
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Luana Daubian | Fotos: Ednilson Aguiar e Lucas Figueiredo
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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