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 Concursos do TJMT: biblioteca do Tribunal de Justiça é opção de local de estudo para candidatos

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Com dois concursos em andamento, sendo um para magistrados e outro para servidores, a biblioteca do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) “Desembargador Omar Rodrigues de Almeida” tem sido local de estudos de concurseiros, que encontram toda estrutura para realizar sua preparação com conforto e tranquilidade, já que o espaço também é aberto para o público externo. 
 
A enfermeira recém-formada, Yasmin Sacal, é uma das usuárias da biblioteca do TJMT, que inclusive já obteve resultados positivos em suas leituras no local. “Eu já utilizo a biblioteca há algum tempo, desde o ensino médio, na verdade. Sou formada em Enfermagem pela UFMT e estudava aqui para o Enem nessa mesma biblioteca. Agora, eu pretendo estudar para o concurso do Tribunal de Justiça, que está previsto para dezembro”, conta. 
 
Para o concurso público para ingresso na carreira da magistratura de Mato Grosso, estão inscritos 1.826 candidatos, que concorrem a cinco vagas de juiz substituto. A prova objetiva está prevista para ocorrer no dia 17 de novembro de 2024. O concurso para servidores (analista judiciário, técnico judiciário e oficial de justiça) encerrou suas inscrições no último dia 29 de outubro e a prova objetiva está prevista para ocorrer no dia 15 de dezembro de 2024. A banca de ambos os certames é a Fundação Getulio Vargas.
 
Yasmin elogia o espaço que desfruta no Tribunal e incentiva que mais pessoas busquem se preparar ali. “A estrutura é ótima, é climatizada, é um ambiente silencioso, que as pessoas respeitam. Eu gosto bastante! Para o concurso do Tribunal, tem livros de Direito, dá para encontrar facilmente. Eu costumo vir no período da tarde e pretendo vir todos os dias”, afirma. 
 
O ambiente é climatizado, com sala de leitura e 32 cabines individuais para estudo, além de acesso à internet por wifi. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18:45h, sendo o período matutino exclusivo para servidores e colaboradores e, a partir das 12 horas, aberto para o público em geral. 
 
A biblioteca do TJMT oferece aos estudantes um vasto acervo, predominantemente jurídico, com mais de 10.900 títulos. É possível ser feito o empréstimo dos exemplares, por até uma semana, desde que o interessado seja servidor do Poder Judiciário, incluindo as comarcas de todo o estado. 
 
Além de optar por um ambiente de estudos prático e confortável, é importante que o estudante desenvolva hábitos que o auxiliem a alcançar o seu desempenho máximo. Caso contrário, pode surgir a procrastinação, que é o ato de postergar e acumular determinadas tarefas, levando a desmotivação daquela pessoa. 
 
Como estratégia para se evitar a procrastinação, muitos estudantes têm procurado investir em métodos de estudo, a exemplo do mapa mental (estrutura visual para memorizar conteúdos), técnica Pomodoro (realizar tarefas em blocos de 25 minutos) ou o método Robinson (explorar, perguntar, ler, rememorar e revisar). Além disso, fazer intervalos de descanso e manter o corpo hidratado também são dicas que devem ser levadas em consideração. 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto de busto da Yasmin Sacal pegando um livro na prateleira e olhando para a foto. Ela é uma jovem branca, de olhos e cabelos castanhos escuros, usando uma blusa azul clara com estampa de flores rosas. Ela está em um corredor da biblioteca. Ao fundo, é possível ver outra estante cheia de livros.  Foto 2: Foto colorida da entrada da biblioteca no TJMT, cuja fachada é de madeira, com uma placa de inauguração na parede. O interior tem piso de mármore preto, paredes brancas, prateleiras repletas de livros e um bebedouro. 
 
Celly Silva/Fernanda Calazans/Fotos: Ednilson Aguiar/Alair Ribeiro 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT 
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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