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Paim destaca importância de encontro dos parlamentos do G20 no Congresso

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O senador Paulo Paim (PT-RS) ressaltou, em pronunciamento nesta quarta-feira (30), a relevância da 10ª Cúpula de Presidentes dos Parlamentos do G20 (P20), que o Congresso Nacional sedia entre 6 e 8 de novembro. O encontro reunirá representantes dos Parlamentos das maiores economias do mundo para discutir desafios globais e buscar soluções conjuntas. O senador afirmou que o evento será um marco para o Brasil e uma oportunidade única de avançar no fortalecimento da cooperação global em benefício de um mundo mais justo e de um planeta sustentável.

Paim ressaltou que o fato de o Brasil estar na Presidência do G20 torna a cúpula uma plataforma ainda mais estratégica para articular respostas coletivas e fortalecer a responsabilidade compartilhada na construção de um futuro mais inclusivo e sustentável. Segundo o senador, foram realizadas cerca de 130 reuniões preparatórias ao longo dos últimos meses, evidenciando o comprometimento e a seriedade que o Brasil está tratando temas de impacto global.

— Entre as prioridades sugeridas pelo governo brasileiro, estão a criação de uma aliança internacional contra a pobreza e a fome e a reforma da governança global, que visam trazer uma nova perspectiva para o desenvolvimento e garantir uma maior equidade e dignidade às populações em situação de vulnerabilidade. Tudo isso com um olhar profundo no meio ambiente.

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O parlamentar também destacou projeto de lei, de autoria dele, que institui a linha oficial de pobreza e estabelece que o governo federal deverá definir metas progressivas para erradicação da pobreza e diminuição das desigualdades socioeconômicas (PL 350/2021). O texto está tramitando na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

 

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