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Polícia Civil deflagra Operação Iracebeth para combater tráfico de drogas

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (30.10), a Operação Iracebeth para cumprimento de mandados de busca e apreensão nos municípios de Peixoto de Azevedo, Sinop, Nova Canaã do Norte e Brasnorte.

Coordenada pela Delegacia de Peixoto de Azevedo, a ação buscou desarticular pontos de venda de entorpecentes nas cidades da região norte do Estado. A maioria destes pontos são comandado por mulheres.

Foram cumpridas buscas e apreensões domiciliares em diferentes endereços alvos das ordens judiciais, onde foram encontrados vários celulares que subsidiarão as investigações.

Em Sinop, a equipe cumpriu busca em uma residência no bairro Jardim das Oliveiras. Uma mulher e um jovem, de 38 e 23 anos respectivamente, foram presos em flagrante delito.

No local, os policiais civis localizaram um pote grande de vidro com diversas porções de maconha, embaladas e prontas para a venda.

Diante dos materiais apreendidos, as diligências investigativas continuam com objetivo de identificar e prender as pessoas envolvidas com o comércio ilícito de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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