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Polícia Civil prende estelionatário que aplicou golpe em empresa locadora de veículo

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A Polícia Civil cumpriu dois mandados judiciais contra um estelionatário nesta quinta-feira (24.10), em Barra do Garças e Rondonópolis, após investigação de um golpe aplicado a uma empresa.

Foram cumpridos simultaneamente um mandado de busca e apreensão domiciliar, e outro de prisão preventiva, pelas Delegacias Especializadas de Roubos e Furtos das cidades de Barra do Garças e Rondonópolis.

O suspeito é investigado por envolvimento em um golpe contra a empresa Localiza em Barra do Garças. O veículo da empresa não foi localizado e há indícios que tenha sido permutado na fronteira do Brasil com a Bolívia.

Para praticar o crime, ele apresentou documentos falsos para obter um veículo, que foi posteriormente repassado a terceiros para alienação sem a autorização da empresa.

Ao ser preso na cidade de Rondonópolis, em cumprimento a ordem de prisão preventiva, o estelionatário foi encaminhado ao Sistema Prisional ficando à disposição da Justiça.

A Polícia Civil afirmar seu comprometimento com a segurança pública, realizando ações policiais para coibir práticas fraudulentas e proteger as instituições locais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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